
De certa forma fiz-te um teste. Continuas a fugir. Voltarei a fazer. Irás fugir de novo?
Não te sintas ofendido com este meu modo de proceder. Fizeste o mesmo comigo, lembras-te? No calor de duas noites de Verão… Demoraste-te, esperaste-me, puseste-me à prova. E eu, a perceber tudo e a lamentar o teu procedimento.
Já paraste para pensar que a vida vai passando por ti? E que tu vais passando pela vida dos que te amam e, a troco de nada, vais causando sofrimento, amargura, dor…
Parece até que tens uma terrível sina a cumprir e à qual não consegues fugir.
Há algo muito errado em ti.